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A disrupção entre o T&D tradicional e o contemporâneo

Uma equipe de alta performance é muito mais do que um simples grupo de colaboradores. São pessoas que compartilham uma visão comum, objetivos, métricas e que contribuem, desafiam e se responsabilizam mutuamente para alcançar resultados excepcionais.

Formar equipes de alta performance é um desafio para todo profissional de RH e Gestores, principalmente para empresas que não priorizam a aprendizagem e desenvolvimento dentro das organizações. (Veja aqui um infográfico sobre os principais benefícios do T&D)

Mas, mesmo em empresas focadas no desenvolvimento de seus colaboradores, implantar um plano de treinamento e desenvolvimento tem seus desafios.

O mundo corporativo é altamente competitivo, e para que o negócio continue vivo no mercado, uma equipe de alta performance é um diferencial.

E é por isso que Treinamento e Desenvolvimento, dentro da sua organização, devem entrar no planejamento.

O que é T&D?

Podemos definir treinamento e desenvolvimento (T&D) como um conjunto de ações planejadas que a organização realiza para contribuir com a capacitação, formação e desenvolvimento de seus colaboradores, buscando gerar resultados alinhados aos objetivos organizacionais.

De acordo com o negócio, mercado ou equipe, a organização traça os objetivos de aprendizagem, de desenvolvimento, conhecimentos, habilidades e atitudes que seus colaboradores podem desenvolver, adquirir e exercitar, de modo a agregar valor ao negócio.

Chiavenato (2010), escritor, professor e consultor administrativo, estudioso brasileiro na área de administração de empresas e recursos humanos diz que: Treinamento é o processo sistemático que envolve uma mudança de habilidades, conhecimento, atitudes ou comportamento dos colaboradores, estimulando-os a serem mais produtivos na direção do alcance dos objetivos organizacionais.

Se seguirmos uma linha de entendimento deste processo de aprendizagem de modo ‘tradicional’, esperamos que o colaborador que recebe uma capacitação adquira novos conhecimentos, habilidades e até mesmo passe a entender melhor sobre ferramentas, estando pronto para desempenhar suas funções, entregar produtos, desenvolver tarefas e cumprir etapas.

Entretanto, cada vez mais percebemos que esse mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) exige muito mais do que conhecimento técnico e prático, expandindo assim estratégias que busquem e promovam a inovação, pensamento crítico e resolução de problemas, gerando uma experiência única ao cliente e qualificando os processos.

E é justamente por isso que o modelo tradicional de T&D está sendo ultrapassado por modelos mais ativos de aprendizagem, visando algo experiencial para o desenvolvimento de competências.

O modelo tradicional, focado em treinar para melhorar o desempenho do colaborador em suas tarefas de forma mais produtiva, eficaz e lucrativa vem sendo substituído pela criação de ambientes de aprendizagem que contribuam para o desenvolvimento da performance.

Neste novo modelo, se destacam organizações que se comprometem com a gestão de talentos, planos de sucessão e desenvolvimento de carreira, visando o engajamento profissional deste colaborador e gerando um nível maior de maturidade e compromisso com os objetivos da empresa.

Dessa forma o colaborador, além de saber fazer, operar e demonstrar, consegue compreender os objetivos envolvidos e a geração de valor para a organização, buscando maneiras de aprimorar processos, novos fazeres e práticas.


Willian Echeverria é Content Producer no Edupulses. Graduando em Psicologia e pesquisador em Educação, Aprendizagem e Metodologias Ativas. Willian se desafia todos os dias na busca de novas metodologias e ferramentas ativas que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem.

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